Organizações que constroem produtos de IA descobrem que sistemas de agentes sem governança não sobrevivem ao contato com produção, auditoria ou regulação. Nossa resposta é uma arquitetura em que seis responsabilidades permanecem separadas, auditáveis e combináveis. Nunca fundidas.

As seis responsabilidades

  • TruthMetal define e versiona a verdade esperada e as evidências: oráculos, golden cases, especificações de avaliação, proveniência e revogação.
  • Verentir mede e julga de forma independente: executa avaliações, atribui falhas e detecta regressão. Recomenda; nunca impõe o próprio veredito.
  • Thalamus aplica o controle de runtime de IA: políticas, roteamento de modelos, limites, guardrails e interrupção. Toda chamada governada passa por ele.
  • Orquestração de Agentes coordena a execução: missões, papéis, sequências, retries e critérios de parada explícitos.
  • RBX Governance preserva a memória institucional: decisões registradas com racional, ownership e impacto. O git escreve e aprova; sistemas e interfaces são projeções de leitura.
  • Strategos apresenta a situação e sustenta o julgamento humano: projeções, dossiês e gatilhos estratégicos sempre autorizados por pessoas.

Os invariantes

  1. Recomendação e enforcement são poderes distintos. O plano que mede nunca impõe; o plano que controla nunca avalia a si mesmo.
  2. Ação consequente tem gate humano: gastos, compromissos, afirmações externas e gatilhos estratégicos.
  3. Evidência acima de afirmação. Um trace ou um dashboard, sozinho, não é registro de auditoria.
  4. Um resultado indeterminado nunca é reexecutado às cegas; é reconciliado antes.

A versão canônica deste manifesto é versionada em nosso repositório de governança, com controle de mudanças por decisão registrada. Nada aqui muda em silêncio.